quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

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FELIZ 2011!

Acreditar. Essa é a palavra chave para se alcançar os objetivos almejados.
E foi acreditando no futuro que a minha geração arregaçou as mangas e foi pra rua lutar pelos seus direitos, por liberdade e por melhores condições de vida para nosso povo.
Essa luta resultou em uma série de avaços para o país e fez brilhar uma estrela que com muito sacrifício conquistou o coração e a mente dos brasileiros, chegou lá e transformou o Brasil.
Acreditar. Esse é o maior exemplo que será deixado para as futuras gerações pelo presidente Lula que encerra seu mandato.
Eu, como um discípulo deste projeto, também acredito que fazer mais e melhor sempre é possível. Por isso, aceitei encarar novos desafios e tenho certeza de que com a força do trabalho e a ajuda dos nossos colaboradores iremos conquistar nossos objetivos. Acredite você também em seus sonhos. Vale à pena.

Desejo a todos um 2011 de muita paz, saúde conquistas.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

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Operação Todos contra a Dengue comemora resultados

A Operação Todos contra a Dengue, lançada em 14 de outubro pelo prefeito Edvaldo Nogueira, trouxe resultados positivos e importantes no controle da doença em Aracaju. A campanha, que durou aproximadamente três meses, intensificou as ações de controle da dengue de acordo com a avaliação da vulnerabilidade de alguns bairros para a circulação do vírus da doença no município em 2011.

Seguindo esse critério, os bairros Coroa do Meio, Cirurgia, Cidade Nova, 18 do Forte, Palestina, Santo Antonio, Atalaia, Siqueira Campos, Industrial e Getúlio Vargas foram classificados como bairros mais vulneráveis à circulação do vírus da dengue. Essas localidades passaram por uma avaliação histórica dos últimos 10 anos e acabaram apresentando índices mais propensos à transmissão da dengue dentro dos refereidos territórios.

Durante as 10 semanas de atuação da campanha foram desenvolvidas atividades de controle vetorial como a visitação de uma média de 5 mil imóveis por ação; vistoria de casas fechadas e abandonadas; notificação da Vigilância Sanitária a moradores de imóveis com reincidência de focos ou recusas; inspeção em todas as escolas do bairro junto com os alunos; inspeção às casas para aluguel; borrifação inseticida de pontos estratégicos (ferro velhos e borracharias); mutirões de limpeza urbana (bota fora); reforço da coleta de lixo; e aplicação de larvicidas e inseticidas.

"O enfoque do projeto Todos contra a Dengue foi de prevenir e controlar processos epidêmicos, evitar possíveis ocorrências de óbitos por dengue, através da redução da infestação pelo vetor da dengue nos bairros classificados de risco muito alto. O reforço das ações de articulação intersetorial em todas as esferas de gestão foi o que proporcionou alcançarmos os bons números da campanha", salientou a coordenadora do Programa de Combate a Dengue de Aracaju, Taíse Cavalcante.

Metas

A ação teve como uma das metas aprimorar estratégias de comunicação com a sociedade para o combate ao mosquito vetor da dengue. Em todas as semanas da operação foram feitas mobilizações da comunidade para participação nos mutirões de limpeza; palestras educativas nas escolas do bairro; montagem de laboratório na Unidade de Saúde com microscópio, larvas, mosquitos e maquetes para visitação dos alunos das escolas do bairro; montagem de maquete na Unidade de Saúde mostrando um ambiente propício para a proliferação do Aedes aegypti e trabalhado com os alunos os cuidados necessários para prevenção; e apresentações do grupo de teatro da SMS durante a semana nas escolas do bairro.

"Intensificamos a ação educativa porque o controle da dengue depende da união de forças, dos governos e da sociedade. Cada cidadão precisa colaborar, convocando os vizinhos, familiares e amigos nessa luta. São vários os fatores que interferem e contribuem para a endemicidade da doença e só a união de forças é que poderá amenizar uma situação de epidemia. Os resultados de todos os esforços empreendidos na campanha nos trazem muita satisfação", aponta Taíse Cavalcante.

Fonte: Ascom/SMS

Petrobras anuncia reservas de 8,3 bilhões de barris e batiza com o nome de Lula o campo de Tupi

A área de Tupi teve sua comercialidade declarada nesta quarta-feira pela Petrobras e os sócios Galp e BG. O novo campo será denominado Lula, e tem reservas estimadas em 6,5 bilhões de barris de petróleo e gás recuperáveis. Tupi era o nome provisório da área descoberta. Após a declaração de comercialidade, os campos recebem nomes de espécies da fauna marinha.

A área vizinha de Iracema também foi certificada. Batizada de Cernambi, tem 1,8 bilhão de barris de óleo e gás. Os campos de Lula e Cernambi fazem parte do bloco BM-S-11, e juntos, somam reservas de 8,3 bilhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás).

Quando um consórcio declara comercialidade, ele anuncia que a produção naquele campo é viável em escala comercial. Depois da declaração de comercialidade, as reservas do campo são integradas ao portfólio da companhia.

O BM-S-11 começou a ser perfurado em outubro de 2006. A área de Tupi foi a primeira grande descoberta do pré-sal. Anunciada no final de 2007, foi a partir dela que o governo identificou o grande potencial da nova fronteira exploratória brasileira. Desde então, os leilões na camada pré-sal foram suspensos e um novo marco regulatório para o setor foi desenvolvido, e sancionado na semana passada pelo presidente Lula.

A Petrobras tem 65% do consórcio, sendo a operadora do bloco. A britânica BG tem 25%, com os 10% restante a cargo da portuguesa Galp.

PRODUÇÃO

A Petrobras anunciou na última segunda-feira (27) que a sua produção de petróleo subiu 4,7% em novembro, para 2.030.924 barris/dia, na comparação com outubro. O número corresponde ainda a um aumento de 2% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Esse resultado sinaliza uma produção sustentável acima de 2 milhões de barris diários, marca atingida por poucas empresas de petróleo no mundo.

O crescimento do volume extraído, segundo a estatal, se deve à normalização dos níveis de produção de dez plataformas da Bacia de Campos que estavam em manutenção periódica no mês anterior.

Além disso, o início de produção do Piloto de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, no final do mês de outubro e a entrada de mais um poço produtor na plataforma P-40, no campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos, também contribuíram.

Considerados também os campos no exterior, a produção total de petróleo e gás natural da Petrobras atingiu a média diária de 2.620.347 barris de óleo equivalente diários em outubro. O volume indica um aumento de 2,5% sobre o mesmo mês de 2009 e de 3,4% em relação à produção global da Petrobras no mês anterior, quando foram produzidos 2.534.274 barris diários.

Fonte: Folha.com

Brasileiros têm expectativa positiva para governo Dilma

Levantamento da CNT (Confederação Nacional do Transporte) e do Instituto Sensus, divulgado nesta quarta-feira (29), mostra que a expectativa positiva com relação ao governo da presidente eleita Dilma Rousseff, que toma posse no próximo sábado (1º de janeiro), está em 69,2% -- 27,7% acham que a presidente fará um ótimo governo; e 41,5%, um bom mandato.

Ainda segundo a pesquisa, 17,6% avaliam como regular e 3,7% ruim; 2,7% péssimo no bom desempenho da sucessora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Com relação ao andamento da economia, a expectativa é 43,7% acham que o Brasil vai se desenvolver muito nos próximos quatro anos, período do mandato da presidente eleita; 39,8% acreditam que vai haver pouco desenvolvimento e 7,5% acham que não haverá desenvolvimento.

Do ponto de vista social, 43% acham que o país vai se desenvolver muito no mesmo período; 39,8% acham que vai desenvolver pouco e 8% acham que não vai desenvolver.

Para 65% dos entrevistados, o governo Dilma será a continuidade do governo Lula; 26% discordam da possibilidade de ela levar adianta o trabalho do antecessor e 8,5% avaliam que haverá continuidade "em parte" e 3,6% não sabem ou não responderam.

A 110ª edição da pesquisa CNT/Sensus entrevistou duas mil pessoas, em 136 municípios de 24 Estados, entre os dias 23 e 27 de dezembro de 2010. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

A expectativa dos brasileiros em relação ao governo Dilma é parecida com a que os eleitores tinham em novembro de 2002, a dois meses da posse de Lula, que ocorreu em 2003. Segundo a pesquisa CNT/Sensus da época, 71% dos brasileiros tinham uma avaliação positiva do então presidente eleito -- como a margem de erro da pesquisa de 2002 era de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, a avaliação positiva é bem próxima da obtida por Dilma, de 69,2%.


Fonte: Uol Notícias

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

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O cavalo manco e o puro sangue

Os trabalhadores tem muito a aprender, mas não podemos negar que apontaram a seta do governo na direção de deixar de ser colônia extrativista. Isto já surtiu efeito no enfrentamento da última crise mundial, se o país estivesse com o modelo econômico anterior teria quebrado, isto foi dito por todos os segmentos da mídia (fora do contexto partidário) antes do processo da campanha política.

Se o governo não tivesse aberto agressivamente novos mercados com economias emergentes os efeitos seriam devastadores, isto é sério, e só aconteceu porque a direção foi mudada, as bases econômicas do governo FHC foram aproveitadas até um certo ponto, mas se não mudasse a estratégia, o Brasil teria quebrado como ocorreu nas outras crises.

A aposta no mercado exterior emergente e no mercado interno, via inclusão social, é reconhecido no mundo inteiro como uma grande sacada deste governo que salvou o país de um grande desastre.

O interessante é que foi apenas uma questão de auto estima, por incrível que pareça, o governo Lula adotou a estratégia nacionalista dos governos militares e deu certo. O que aflige o pessoal que governou nas décadas passadas é que o novo posicionamento foi ideológico, deu certo, o país se protegeu e cresceu. A fome, a miséria, as desigualdades não seriam resolvidos em oito anos, basta um pouquinho de bom senso pra enxergar isto.

A priorização no resgate dos pobres via programas de renda mínima e estímulo ao micro-crédito, o aumento em "dólar" de mais de 300% no salário mínimo, entre outras medidas, foram fundamentais para reduzir as desigualdades, irrigar de forma bem pulverizada a economia com dinheiro que gera emprego e germinou o ciclo virtuoso da economia.

Com o aproveitamento e o aperfeiçoamento das bases econômicas bastou a decisão política de acreditar que podemos sonhar em deixar de ser colônia extrativista.

Ainda estamos longe, não temos estradas, portos, aeroportos, escolaridade, sistema de saúde, centros de pesquisa, universidades qualificadas, mas para que possamos ter um dia todas estas coisas é preciso que tomemos a decisão política de apostar no Brasil, no trabalhador do Brasil, no empreendedor brasileiro, na distribuição de renda via salários dignos, no ciclo virtuoso do bom capitalismo, e esta decisão foi tomada neste governo.

Nesta decisão de política nacionalista, deflagrou-se um programa de investimento maciço em infraestrutura de longo prazo, que só vai repercutir em oito ou dez anos, visando viabilizar o desenvolvimento do país (reindustrialização nacional, agrobusiness, infraestrutura, geração de energia, etc), o programa de aceleração do crescimento, PAC, representando mais uma vez a aposta no Brasil, deu certo, o iluminado Lula novamente pontuou onde os tucanos falharam.

Quando a crise do primeiro mundo chegou o ciclo virtuoso se tornara auto-sustentável. O capital produtivo já havia apostado no Brasil e o país já se mostrava como uma decisão acertada.

Em todas estas frentes estratégicas, o governo anterior apostou que as multinacionais tomariam nossas frentes produtivas sem interferência do estado, via privatização, etc, e gerariam novos empregos porque os trabalhadores venderiam sua mão-de-obra barato e os recursos naturais estariam a sua mercê para extrair e produzir fartos lucros.

Ledo engano, as multis são fiéis às suas origens, seu compromisso é de envio dos fartos lucros para as matrizes. Esta decisão estratégica errada estava transformando o país em quintal extrativista do mundo, deixando os industriais locais à margem do processo, com a maioria da população condenada ao sub desenvolvimento enquanto uma minoria fazia compras nos shoppings de New York e Londres.

O mundo desenvolvido antes de ser o que é passou por decisões estratégicas de governo, as coisas não acontecem sozinhas. Esta foi a direção errada do governo anterior, acreditar que o lobo seria o melhor guardião do galinheiro e não apostar na capacidade do empreendedor e do trabalhador brasileiro.

Os trabalhadores tem muito a aprender e isto ficou evidente nos poucos anos de poder, mas os neocapitalistas de visão curta estiveram no poder a vida inteira e já mostraram muito bem o modelo de sociedade que desejam. Prefiro levar meu cavalo manco para a fonte do que seguir de puro-sangue pro deserto.


*Antonio Ermírio de Moraes, presidente do Conselho de Administração do Grupo Votorantim.

CORDEL DO VENTO ENCANTADO

Amigo(a)s,

Recebi esse presente do lendário militante da esquerda sergipana, Milton Coelho. É um cordel feito pelo não menos lendário Padre Reginaldo Veloso. Representante de uma igreja realmente preocupada com a libertação dos pobres, Pe. Reginaldo segue vivo e ativo a sua peregrinação.
Vamos ao cordel:

CORDEL DO VENTO ENCANTADO

Ouví um Vento Encantado
A soprar feito um Espírito,
Convocando todo o povo
Para um combate previsto...
Quem não ouve o seu chamado,
Pode ser crente ou beato,
Nunca entendeu JESUS CRISTO!

Faz oito anos, insisto,
Que esse Vento sopra forte,
Mostrando que o Caminho
A rumar de sul a norte
É do REINADO DA VIDA:
Chegou pra gente sofrida
O fim do reino da morte!

LULA, Estrela da sorte,
No horizonte avermelhou,
E o Vento inverteu os rumos,
E o pobre bafejou...
Finalmente, alguém da gente,
Operário consciente,
À Presidência chegou!

Oito anos, quem não notou
Que as coisas muito mudaram,
Que a miséria é redimida,
Empregos multiplicaram,
O Nordeste iluminou-se,
Pernambuco levantou-se
E os apagados brilharam?...

E assim, todos lucraram,
Quando melhorou pro pobre:
Dobrado o salário mínimo,
Muita frieza se cobre,
Muita fome se alimenta,
Muito fraco se sustenta,
Cresce um Ser Humano nobre!

Quem nunca viu já descobre
Que outro Mundo é possível
E agora chegou a hora
De acreditar no incrível:
Uma MULHER PRESIDENTE
Levando o Brasil pra gente,
Nada mais é impossível!

Uma só coisa é temível:
Desfazer o que foi feito,
Subir o SERRA DO MAL,
Onde o Bem não leva jeito,
Deixar perder-se o Progresso,
Preferir o retrocesso,
Negar do pobre o Direito!

Seguir o Vento é perfeito:
Vote em DILMA com firmeza
Pra ver o PAC avançar,
Trabalho e Pão na mesa,
Minha Casa, minha Vida,
Ver nossa gente excluída
Desfrutando da riqueza!

No rumo da correnteza
Do Progresso que eclodiu,
O País prestigiado,
Qual o Mundo nunca viu,
Com DILMA vamos em frente,
De mãos dadas toda a gente,
Viva o Povo do BRASIL!



Padre REGINALDO VELOSO,
Presbítero das Comunidades Eclesiais de Base - CEBs Assistente Regional do Movimento de Trabalhadores Cristãos MTC (ACO) Assessor do Movimento de Adolescentes e Crianças MAC Assessor do Grupo de Animação Cultural – GA.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

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Alçapão para pegar Sanhaço

Vou lhe ensinar como se arma um alçapão para pegar Sanhaço. Será preciso que o dia amanheça pianinho no quintal. A luz dele toda de mansinho galgando os potes de guardar água de chuva, o beiral se desenhado no chão como um relógio de areia se cumprindo lento. É hora. Cuidemos de arrumar no alforje as balas de celão para o badogue, um pedaço de jabá roubado da cozinha e a coité de farinha. Vou dizer... leve um fitilho de São Francisco - apetrecho essencial para quem crê que Deus acorda cedo e não terá nada melhor a fazer nesta mahã do que armar um alçapão para ganhar Sanhaço.

No meio do quintal, já comprido demais para o nosso alcance, reina o mamoeiro pejadinho de frutos. Uns peitões amarelos sensuais e belos, a natureza aguardando madura a bicada dos pássaros. Mamão é assim, um alimento sensual, essencial à natureza inteira. É ele lá se oferecendo e nós cá, armando a pegação de um Sanhaço.

Temos o Alçapão, uma gaiola de nada, feita de cipós macios e palitos de dicurizeira, onde uma tira de pneu de bicicleta e um pedaço de banana prata armam a armadilha: o Sanhaço vem e pou!... prisioneiro.

Pois bem: Sanhaço é bicho besta, não vale nada na feira porque nem canta nem faz gracinha, ninguém chega em sua casa e diz: Há, você tem um sanhaço na gaiola! Não vale nem pra dizer eu tenho um sanhaço gordo, qualquer dia asso ele pra nós, com farofa e guaraná.É pasarinho mirradinho de peito, não enche o buraco do dente. Então, pra que?

- Para me encher esta manhã de infância.

Amaral Cavalcante 14/07/2010.