terça-feira, 27 de março de 2012

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Comitiva do SUS de Aracaju participa do Cosems




O vice-prefeito e secretário Municipal de Saúde de Aracaju, Silvio Santos, vai participar do VIII Congresso de Secretárias Municipais de Saúde do Nordeste (Cosems-2012). A abertura oficial do congresso será nesta quarta-feira, às 20h, no Hotel Mercure, na Orla da Atalaia. Além do secretário de Saúde da capital sergipana, da SMS estarão presentes no evento cerca de 40 representantes da gestão local do Sistema Único de Saúde (SUS).
A expectativa dos organizadores é reunir mais de 1.000 participantes dos Estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e do Estado de Sergipe. O congresso traz como tema central "As relações Interfederativas no Nordeste Brasileiro e a Interdependência de Responsabilidade no Processo de Descentralização".
O secretário Silvio Santos destaca a importância de Aracaju no processo de descentralização do Sistema Único de Saúde (SUS) estadual. "A cada dia Aracaju se qualifica como pólo de prestação de serviço do SUS e continua como referência para os procedimentos de alta complexidade. Além disso, a nossa capital tem uma importância fundamental na organização do SUS no Estado de Sergipe", diz o secretário.
Programação 
Da programação, no congresso estão previstos seminários e mesas de debates sobre "A gestão do SUS e a judicialização da Saúde", "O parlamento e a defesa do SUS" e "A força nacional da saúde do SUS". E cursos serão ofertados os seguintes temas: Gestão de Recursos Orçamentários e Financeiros no Nordeste; Vigilância em Saúde e Atenção Básica; Gestão do Trabalho e da Educação no Nordeste; Apoio Integrado e Educação Permanente no Nordeste; Fortalecimento da Participação da Comunidade no Nordeste; Regionalização da Saúde; Assistência Farmacêutica e as Redes de Assistência à Saúde. Ainda está previsto na programação do Cosems, a realização do I Encontro de Comunicação em Saúde do Nordeste.

Projeto EspaSUS visita duas unidades esta semana




clique para ampliarMassaterapeutas orientam e ajudam trabalhadores a reduzir estresse no ambiente de trabalho (Fotos: Ascom/SMS)
clique para ampliarA massoterapeuta do EspaSUS, Deise Scarlato
Nos dias 28 e 29, o Projeto EspaSUS da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vai percorrer a Unidade de Saúde da Família (USF) Ávila Nabuco e o Caps Jael Patrício, respectivamente. Na visita, os trabalhadores serão beneficiados com os cuidados integrativos e complementares à saúde como reiki, massoterapia e acupuntura auricular.
O projeto itinerante EspaSUS faz parte das ações do Plano de Promoção à Saúde do Trabalhador da Rede de Atenção à Saúde do Trabalhador (Reast/SMS) da Prefeitura de Aracaju.
Ainda da agenda do EspaSUS, no dia 30, sexta-feira, às 8h, no Centro de Educação Permanente em Saúde (CEPS), técnicos da Reast vão apresentar as ideias do projeto para agentes de endemias. Na oportunidade, esses trabalhadores também serão beneficiados com a oferta de massagens e acupuntura.
Segundo o coordenador do Plano, Jeilson Assunção desde o lançamento o EspaSUS beneficiou cerca de 200 servidores da Saúde. Das unidades, o projeto já passou na USF Santa Teresinha, USF Osvaldo Leite, Caps AD Primavera, Caps Hugo Gurgel e Caps David Capristano. Ele informa que, nas unidades a SMS reserva salas para os massagistas, macas e cadeira ergométrica.
A massoterapeuta do EspaSUS, Deise Scarlato, garante que no ambiente de trabalho as massagens e a acupuntura proporcionam a redução de estresse e promovem o bem-estar dos trabalhadores.
"O número de trabalhadores que estão aderindo aos benefícios do EspaSUS é mais uma comprovação da boa aceitação dos servidores ao projeto", explica o secretário Municipal de Saúde, Silvio Santos.

Painéis destacam classificação de risco e tratamento para pacientes com dengue



clique para ampliarProfissionais da saúde aprovam os painéis sobre procedimentos clínicos para casos de dengue (Fotos: Ascom/SMS)
clique para ampliarO material informativo divulga orientações atualizadas do Ministério da Saúde
Nessa semana as informações atualizadas sobre os procedimentos que devem ser realizados nos casos de dengue estarão nas Unidades de Saúde. A novidade é que Secretaria Municipal de Saúde (SMS) distribuiu em todas as Unidades de Saúde painéis informativos (banners) sobre os procedimentos clínicos adotados para casos de dengue, com o objetivo de alcançar os profissionais da área que atendem à população. O banner ainda sensibiliza a comunidade para diversos cuidados contra a doença. 
O material disponibilizado possui as últimas orientações do Ministério da Saúde. “O atendimento das pessoas com suspeita de dengue divide a população em quatro grandes grupos, classificando cada caso de acordo com a gravidade da doença. Todo paciente receberá um atendimento específico e de qualidade. Os painéis ainda especificam o tratamento para os adultos e para as crianças”, explica o secretário municipal de Saúde, Silvio Santos. 
Para a coordenadora do Programa Municipal de Controle da Dengue, Taíse Cavalcante, o alerta acontece em um momento oportuno, pois quando o assunto é a dengue é fundamental divulgar as informações e esclarecer também as dúvidas comuns da comunidade. “Não se automedicar, conhecer os sinais de alarme como dor abdominal, vômitos persistentes, dificuldade de respirar, sangramento e colaborar adotando hábitos que ajudem a uma recuperação satisfatória evitando óbitos é importantíssimo”, destaca.  
O banner fortalece a importância da notificação de todo caso suspeito de dengue para que ações de campo sejam desenvolvidas pela SMS, bloqueando a transmissão da doença na região que apresenta risco. 
Avaliação dos profissionais 
Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Nestor Piva, zona Norte da cidade, o banner foi colocado estrategicamente na sala de repouso dos enfermeiros e médicos, local de circulação em horários alternativos dos profissionais. A gerente de enfermagem, Marise Rocha, explica que esse banner vem atender à linguagem do profissional da saúde, por apresentar informações técnicas e práticas. “O banner está bem dividido e de fácil leitura para nós profissionais, que recebemos os casos de dengue. Uma ação vem reforçar a política de atendimento ao cidadão”, ressalta. 
Já na USF Onésimo Pinto, localizado no Jardim Centenário, a enfermeira Aline Almeida comenta que o banner colabora no direcionamento as ações dos profissionais que recebem os pacientes. “Muitas vezes, a gente atende diferentes casos e quando chega alguma suspeita de dengue, precisamos reorganizar em nosso pensamento qual a melhor maneira de atender. E aí vem a ajuda do banner que já apresenta todas as informações detalhadas”. 
Para a pediatra Carla Vanessa, da USF Edézio Vieira de Melo, localizada no bairro Siqueira Campos, as informações repassadas também atendem ao manejo e o tratamento para as crianças. “Com uma criança o atendimento deve ser mais personalizado e acompanhado. Muito importante ter essas particularidades dos menores na hora do atendimento”, ressalta a pediatra Carla Vanessa. 
Assistência e Exames 
Nas Unidades de Saúde da capital, em casos de suspeitas de dengue, de imediato é realizado exames para hemograma que permitem avaliar as condições de saúde do paciente. Após o sexto dia, o usuário passa pelo exame de sorologia que confirma a suspeita de dengue. “Ambas as medidas fortalecem o diagnostico precoce e o tratamento imediato, evitando complicações e óbitos por dengue”, conclui a coordenadora do Programa Municipal de Controle da Dengue, Taíse Cavalcante. 

Agentes de Endemias vão ao Mosqueiro prevenir o Calazar




clique para ampliarAgentes realizam a aplicação de inseticida em áreas de risco (Fotos: Ascom/SMS)
A partir de hoje até o dia 29, quinta-feira, uma equipe de 16 agentes de endemias do Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura Municipal de Aracaju retorna à Zona de Expansão para realizar novo ciclo de controle ao Calazar.
Cientificamente denominada de leishmaniose visceral, o Calazar é uma doença grave que tem o animal, o cão, como a principal fonte de infecção. A doença é transmitida pelo mosquito flebótomo, popularmente chamado de mosquito palha.
Na visita às residências, os agentes farão o tratamento químico local, com aplicação de inseticida contra o mosquito transmissor da doença. Os agentes também realizarão orientações de prevenção à doença.
Agenda
Os agentes vão percorrer os povoados de Areia Branca, dia 27, Zenza, dia 28 e São José, dia 29. Nessas localidades, a ação será realizada sempre das 7h30 às 12h. "Os nossos agentes estarão visitando casa a casa e conversando com os moradores, levando orientações básicas sobre a prevenção à doença", explica o secretário Municipal de Saúde, Silvio Santos.
Sem representar risco à saúde humana, o inseticida utilizado na ação é aplicado em áreas que possui condições favoráveis para o desenvolvimento do mosquito, como quintais, recintos e áreas com materiais orgânicos em decomposição, como folhas secas e entulhos acumulados. “Esses locais devem estar sempre limpos, pois favorecem a proliferação do mosquito fleobótomo", orienta o supervisor do Programa Municipal de Controle da Leishmaniose Visceral, Wilson de Oliveira.
Serviço
O coordenador do CCZ, Paulo Tiago, divulga que para casos de suspeitas de animal com Calazar, a população deve ligar para o Centro de Controle de Zoonose (CCZ/SMS). Dentre os serviços, o CCZ dispõe de transporte especializado para a captura desses animais.
Os telefones de contatos são (079) 3179-3528, 3179-3565 ou 3179-3564, no horário das 7h às 12h e das 14h às 17h.

segunda-feira, 26 de março de 2012

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Saúde alerta para a leptospirose




clique para ampliarA população deve adotar hábitos que impeçam a proliferação dos roedores (Fotos: Ascom/SMS)
clique para ampliarColeta diária do lixo em locais propícios à proliferação de roedores
A leptospirose é uma doença comum no período de chuvas, incluindo as do mês de março. A doença transmitida pela urina do rato pode levar à morte. O problema se agrava nos períodos de chuva porque facilita a diluição da bactéria leptospira, eliminada com a urina do rato. 
As pessoas precisam ficar atentas porque os sintomas iniciais da doença são parecidos com os da dengue: dor no corpo, febre e dor de cabeça. “Alertamos à comunidade para que procure atendimento médico de imediato nesses períodos caso as pessoas tenham esses sintomas”, alerta o secretário municipal de Saúde, Silvio Santos. 
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Taíse Cavalcante, alerta para os sintomas que podem ajudar a identificar a doença. “Uma dor que diferencia a dor no corpo de uma síndrome gripal da leptospirose é a dor concentrada na “batata” da perna. Lembrando que o período de incubação da leptospirose é de 1 a 30 dias, ou seja, a pessoa pode ter sido contaminada e só desenvolver os sintomas depois de 30 dias. É importante também que o paciente relate aos profissionais de saúde o histórico de exposição direta ou indireta com a água e lama de enchentes”, explica Taíse Cavalcante. 
Prevenção 
Um animal infectado pode eliminar a leptospira por meio da urina durante meses, anos ou por toda a vida. Já a bactéria pode permanecer diluída na água por até 180 dias. 
Em dias de chuva as pessoas devem evitar andar descalças, evitando assim contato direto ou indireto com água de enchentes e lama, além de não permitir que as crianças nadem ou brinquem nesses locais. Outra dica é utilizar botas, sapatos ou proteger braços e pernas com sacos plásticos, evitando esse contato.
As comidas que entraram em contato com água suspeita devem ser descartadas. 
Dados do Ministério da Saúde mostram que entre 90 e 95% dos casos registrados da doença se apresentam na forma leve e são frequentemente diagnosticados como síndrome gripal, virose, influenza ou dengue. Porém, quando vem na forma grave, a letalidade pode chegar a 40%, o que pode ocorrer em 24 horas. 
Ações
As ações de prevenção da leptospirose são realizadas em duas frentes: a atuação da Vigilância Epidemiológica, por intermédio do Centro de Controle de Zoonoses, com ações de desrratização e a frente intersetorial desenvolvida com a Emsurb, coletando diariamente o lixo em locais propícios à proliferação de roedores. 
Nos períodos de enchentes, as Unidades de Saúde da Família oferecem hipoclorito (2,5%), produto que ajuda na desinfecção e limpeza dos locais que entraram em contato direto com a lama. 
“As pessoas devem adotar também hábitos que impeçam a proliferação dos roedores, evitando jogar alimentos em locais fechados e em terrenos ou canais, assim como evitar o acúmulo de entulho e lixo dentro de casa, mantendo os quintais limpos”, conclui Taíse Cavalcante. 

sexta-feira, 23 de março de 2012

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Sábado é o Dia Mundial Contra a Tuberculose




clique para ampliarSecretário municipal de Saúde, Silvio Santos, reafirma compromisso de controle da doença (Fotos: SMS)
clique para ampliarCoordenadora do Programa de Tuberculose de Aracaju, Tânia Santos
No dia que antecede o Dia Mundial Contra a Tuberculose, a Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulga a criação do Grupo de Convivência de Pessoas com Tuberculose em Tratamento. A ação visa reduzir o número de pacientes em abandono ao cuidado. O grupo será instituído no dia 9 de abril, no Centro de Referência a Tuberculose, localizado no Centro de Especialidades Médicas, Cemar-Augusto Franco.
O secretário Municipal de Saúde, Silvio Santos, afirma que a instituição do Grupo de Convivência é mais uma ação da PMA para fortalecer as estratégias do Programa Municipal de Controle de Tuberculose. "Aproveitamos a data alusiva ao Dia Mundial Contra a Tuberculose para reafirmar nosso compromisso público no controle dessa doença. O controle da tuberculose é uma prioridade do governo federal e da própria Organização Mundial da Saúde (OMS) e em Aracaju, a PMA está em consonância com essa posição", afirma o secretário.
Dados
Em Aracaju, o Ministério da Saúde estima o aparecimento de 240 novos casos por ano. O Programa Municipal de Tuberculose, registrou, em Aracaju, 187 casos diagnosticados em 2009; 182 casos em 2010, e 200 casos em 2011. No mundo, a tuberculose ocupa o primeiro lugar entre as doenças negligenciadas, com 100 milhões de pessoas infectadas. A cada dia surgem 22 mil casos novos.
Para conter casos de tuberculose e ajudar os cidadãos acometidos com a doença, a Prefeitura de Aracaju reorganizou as estratégias de busca ativa e de tratamento da doença. "Na rotina de trabalho, as equipes de Saúde da Família, fazem busca ativa de pessoas com tuberculose e apóiam o cidadão até a cura", conta a coordenadora do Programa Municipal de Controle de Tuberculose, Tânia Santos.
Tratamento observado
Além de ofertar gratuitamente a medicação em todas as 43 Unidades de Saúde da Família (USFs), as famílias aracajuanas contam agora com o Tratamento Diretamente Observado (TDO). "Nesse tratamento, o usuário é acompanhado por um profissional da Saúde que presencia as primeiras tomadas do medicamento. O local para a tomada de medicamento pode ser na unidade de saúde, na própria casa do paciente ou em local acordado entre a equipe e o paciente", explica Tânia Santos.  
Rede assistencial
Além das 43 Saúde da Família (USF), a Prefeitura de Aracaju tem o Centro de Referência em Tuberculose do Cemar Augusto Franco. "No Centro de Referência, a Prefeitura disponibiliza tratamento com pneumologistas e infectologistas para pacientes em que os pacientes necessite de cuidados diferenciados, diante uma coinfecção e efeitos adversos aos medicamentos", explica Tânia Santos.
Saiba Mais
Entre os países em número de casos, o Brasil ocupa o 19º lugar, com uma estimativa de 92 mil casos por ano. São 4,7 mil mortes por ano, ocupando a 4ª causa de mortes por doenças infecciosas e a 1ª causa de morte dos pacientes com Aids.
A doença pode atingir qualquer pessoa, mas são aquelas em condições precárias de vida, que estão mais vulneráveis (pessoas vivendo com o HIV/Aids, moradores de rua, população carcerária, usuários de álcool e outras drogas).
Sintomas: Tosse persistente (que já dura três semanas ou mais), produtiva ou não (com muco ou sangue), febre vespertina, sudorese noturna e emagrecimento.
Diagnóstico: Por meio da consulta médica; exame de baciloscopia (escarro), Raio X de tórax.
Tratamento: uso do medicamento ofertado em todas as Unidades de Saúde, totalmente gratuito, duração mínima de seis meses. Primeiros dois meses, 4 comprimidos (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol). A partir do terceiro mês, somente dois comprimidos.
Efeitos colaterais: Enjoo, vômito, indisposição, urina vermelha, cor das fezes alterada (retornar ao médico para orientações), não abandonar o tratamento. O tratamento não deve ser interrompido, pois alguns bacilos morrem logo no início do tratamento, outros continuam vivos e podem se tornar resistentes aos medicamentos.

Representante do Ministério da Saúde visita Aracaju




clique para ampliarReunião com a representante do Ministério da Saúde (Fotos: Ascom/SMS)
clique para ampliarDesde que foi criado o Curta SUS vem se mostrando uma grande estratégia de promoção à saúde em Aracaju
clique para ampliarO objetivo do Sons no SUS é levar música e descontração para dentro dos serviços de saúde
Nesta sexta-feira, 23, a representante da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (MS), Tereza Cristina Siqueira, foi recebida pelo diretor de Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Hélio Farias. Desde quinta-feira, 22, a representante do MS realiza visita a Aracaju, com a intenção de discutir a Política Nacional de Educação em Saúde. 
“Nesse processo é realizado o diálogo com as práticas integrativas e complementares de saúde existentes em Aracaju, como a homeopatia, fitoterapia e acupuntura. Outro ponto da visita é dar ênfase e visibilidade às práticas de arte e cultura popular em saúde que Aracaju vem realizando com Projetos como o Curta SUS e o Sons no SUS”, afirma Tereza Cristina Siqueira.   
Para o diretor de Planejamento da Secretaria, Hélio Farias, o encontro foi muito proveitoso para todos os participantes. “A presença da representante do Ministério da Saúde em Aracaju é a prova de que podemos construir um SUS melhor, com diálogo e parcerias para a implantação dos projetos nas áreas de Educação Popular em Saúde e Práticas Integrativas e Complementares. Aracaju vem realizando os projetos que servem de exemplo como o Curta SUS e o Sons no SUS. Porém, para que eles aconteçam é necessário esse diálogo e essa disposição”, ressalta Hélio Farias, que representou o secretário municipal de Saúde, Silvio Santos, na reunião. 
Oficina 
O Nuprin, em parceria com a Universidade Federal de Sergipe e o Movimento Popular de Saúde, promove desde o dia 21 até hoje, 23, uma oficina sobre uso de plantas medicinais na Unidade de Saúde Eunice Barbosa. 
“A escolha da Unidade veio a partir do resultado do censo realizado pelo Núcleo de Projetos Inovadores (Nuprin) em 2011, que identificou quais as Unidades de Saúde da Família apresentam maior potencial para receber investimentos na implanentação das Praticas Integrativas e a Unidade de Saúde Eunice Barbosa é uma delas. Algumas Unidades já trabalham com as práticas integrativas e educação popular em saúde, a ideia é que possamos potencializar essas ações com ofertas como a desse curso destinado a profissionais e usuários da Unidade”, explica a referencia em Educação Popular em Saúde e Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, Kátia Aragão, do Nuprin. 
Curta SUS 
Desde que foi criado, em março de 2011, o Curta SUS vem se mostrando uma grande estratégia de promoção à saúde na capital sergipana. A ideia visa projetar e promover debates sobre filmes com duração aproximada de 30 minutos, especialmente nas unidades de saúde, escolas e nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS). Esse projeto está percorrendo todas essas Unidades. 
Sons no SUS 
O novo projeto da SMS, que foi criado pelo Nuprin, está sendo implantado em toda a rede de saúde pública da cidade. O objetivo do Sons no SUS é levar música e descontração para dentro dos serviços de saúde. O projeto teve início no dia 12 de março e a sua primeira apresentação foi realizada na Unidade de Pronto Atendimento Dr. Nestor Piva, localizada na zona Norte de Aracaju. 
“O grupo que se apresenta é formado por cinco integrantes sendo dois do Nuprin e três são estudantes de música da UFS. Na intervenção todos caminham pelos corredores e alas das Unidades, tocando e cantando músicas populares brasileiras. Nós utilizamos instrumentos como o violão, pandeiro, clarinete, triângulo, dentre outros. Ao chegar aos locais de apresentação vemos a emoção no rosto das pessoas, isso é muito gratificante, nos emociona também, dá mais vontade e motivação para continuarmos realizando projetos como esse”, explica o coordenador do Nuprin, Murilo Andrade.